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VII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual

25 a 30 de julho de 2011, Salvador/BA - TCA - Goethe-Institut - DIMAS - Hotel Sol Victória Marina

Bertolucci, o homenageado

O Cine Futuro homenageará o versátil cineasta italiano Bernardo Bertolucci com uma Mostra Retrospectiva de seus melhores filmes, selecionados sob curadoria da produtora italiana Fiorella Amico. 

Serão exibidos 14 títulos de Bertolucci, entre suas primeiras primeiras produções como Partner (1968) e La Luna (1979), e filmes recentes como O Pequeno Buda (1994) e Os Sonhadores (2003).

Bertolucci
Nascido na província de Parma (ITA), Bertolucci iniciou sua vida cinematográfica como assistente de direção de Pier Paolo Pasolini no filme Desajuste Social (do original Accattone, 1961) e no ano seguinte já dirigiu seu primeiro filme A Morte (La Commare Secca, 1962).

Contudo, foi em seu segundo filme Antes da Revolução (Prima Della Rivoluzione, de 1964) que ele alcançou visibilidade. Com apenas 22 anos Bertolucci dirigiu este filme que trazia uma trama envolvendo política, amor e sedução, um estilo que seguiria em outras obras. Apesar de finalizado em 1964, Antes da Revolução só foi lançado em 1971.

Em seguida foi convidado pelo seu amigo Sergio Leone para escrever um roteiro em conjunto com Sergio Donati e Dario Argento, que resultou no filme Era Uma Vez no Oeste (C'era una Volta il West, 1967), dirigido por Leone.

 Três anos depois Bertolucci foi para os Estado Unidos e lá dirigiu O Conformista (Il Conformista, 1970), baseado no livro do escritor italiano Alberto Moravia. O filme foi bastante premiado e chegou a ser indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado.

Mas foi em 1972 que foi lançada a obra que o fez ganhar notoriedade. O Último Tango em Paris (Ultimo Tango a Parigi) é considerada como a obra mais polêmica de Bertolucci e que o levou a concorrer ao Oscar de melhor diretor, além de duas indicação ao Globo de Ouro, e diversas outras premiações. As fortes cenas de sexo entre Marlon Brando e Maria Schneider levaram o filme a sofrer censura em diversos países.

O grande trunfo do premiado Bertolucci foi com o longa O Último Imperador (do original The Last Emperor, 1987) que venceu em nove categorias do Oscar, além de outras 39 vitórias em prêmios como da American Cinema Editors, Japanese Academy, BAFTA Awards, British Society os Cinematographers, Cesar Awards, European Films Awards, entre outros, e mais 12 indicações.

Bernardo Bertolucci produziu mais de 20 filmes ao longo de sua premiada carreira e está produzindo mais um neste ano, fazendo uso da tecnologia 3D. Em entrevista a AFP o cineasta afirmou: "Quero usar o 3D de uma forma diferente da que vimos em Avatar e outros filmes caracterizados por efeitos especiais. Quero sentar no "tapete voador" que esta tecnologia oferece. Quero usar a tecnologia para ir ainda mais fundo nos personagens". Só podemos concluir que mais uma bela produção está por vir.

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